O mercado de vestuário de segunda mão apresenta forte expansão no estado do Rio de Janeiro, impulsionado principalmente pelo interesse da geração Z e pela divulgação em redes sociais. A busca por peças vintage e itens exclusivos tem movimentado o comércio físico em diferentes bairros cariocas, consolidando uma alternativa ao varejo tradicional.
O que aconteceu
De acordo com dados do Sebrae Rio, o estado conta atualmente com 2,3 mil empresas ativas no comércio de artigos usados, categoria que abrange brechós e estabelecimentos de móveis e eletrodomésticos de segunda mão. O número representa um crescimento de 33,4% em comparação com 2,2 mil empresas registradas anteriormente, quando o setor contabilizava 1.750 negócios. A capital concentra a maior parte dessa atividade, reunindo 1.036 empresas, o que equivale a 44% do total fluminense.
Lojistas da capital apontam que a visibilidade gerada por plataformas digitais alterou o perfil dos frequentadores, atraindo jovens interessados em garimpar roupas com maior durabilidade e identidade própria. Estabelecimentos tradicionais e novos negócios apostam em curadorias específicas, integrando vestuário, antiquários e espaços culturais para atrair o público que busca opções mais econômicas diante dos preços elevados nas lojas de departamento.
Como se proteger
Consumidores que frequentam o comércio de peças usadas devem adotar cuidados básicos de higiene e conservação antes do uso das roupas. Especialistas e clientes veteranos recomendam a higienização rigorosa dos itens adquiridos, incluindo a lavagem adequada com produtos específicos para garantir a remoção de impurezas e assegurar a durabilidade das fibras têxteis.






