A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo iniciou uma mobilização envolvendo os 645 municípios paulistas para o sexto Dia de Mobilização Nacional de Buscas Ativas de Sarampo e Rubéola, conhecido como Dia S. A iniciativa segue até o dia 14 de novembro e tem como objetivo principal identificar casos suspeitos que possam não ter sido reconhecidos ou notificados à vigilância epidemiológica.
O que aconteceu
A operação engloba a avaliação de prontuários médicos em unidades de saúde públicas e privadas, além da revisão de resultados de exames sorológicos. As equipes municipais também realizam ações de busca ativa comunitária por meio de visitas domiciliares, passagens por escolas, locais de trabalho e outros espaços públicos para encontrar pessoas que tenham apresentado sintomas compatíveis com as doenças nos últimos trinta dias.
Até o mês de outubro, o estado registrou 41 casos confirmados de sarampo em 2026, sendo um deles em Guarulhos. A maioria dos pacientes não tinha registro de vacinação ou estava com o esquema incompleto, e grande parte das ocorrências concentrou-se em crianças menores de dois anos.
Como se proteger
A vacinação permanece como a principal forma de prevenção contra o sarampo e a rubéola. O Sistema Único de Saúde disponibiliza gratuitamente a vacina tríplice viral nas Unidades Básicas de Saúde. O esquema recomendado inclui a primeira dose da tríplice viral aos doze meses e a segunda aos quinze meses para crianças. Pessoas entre cinco e vinte e nove anos devem receber duas doses, com intervalo mínimo de trinta dias. Já a faixa etária dos trinta aos cinquenta e नौ anos necessita de uma dose caso não haja comprovação prévia, enquanto trabalhadores da saúde devem tomar duas doses, independentemente da idade.
Moradores que apresentarem febre alta, manchas vermelhas na pele, tosse, coriza ou irritação nos olhos devem procurar atendimento médico nas unidades de saúde para avaliação adequada.






