Uma marca de joias com presença em terminais aeroportuários registrou crescimento expressivo em suas atividades comerciais e projeta dobrar seu faturamento nos próximos anos. O negócio é especializado em diamantes cultivados em laboratório, uma categoria de pedras produzidas a partir de cristais de carbono que compartilham as mesmas propriedades físicas e químicas das gemas naturais.
O que aconteceu
Fundada por dois empreendedores com trajetória no setor de varejo e comércio de pedras preciosas, a empresa iniciou suas operações em maio de 2024. O primeiro ponto de venda foi instalado no Duty Free de um dos principais aeroportos do país, localizado na região metropolitana de Guarulhos. A escolha estratégica pelos terminais teve como objetivo garantir maior visibilidade comercial e segurança operacional, posicionando os produtos junto a marcas internacionais consolidadas.
Atualmente, a operação está presente em cinco aeroportos brasileiros e prepara a abertura de um novo espaço no terminal BTG do aeroporto guarulhense. As vendas mantêm equilíbrio entre os canais físicos nos aeroportos, as negociações diretas e a plataforma digital.
O portfólio da marca é composto por peças em ouro 18 quilates e pedras importadas da Índia, todas acompanhadas de certificação internacional independente para gemas acima de 0,25 quilate. Parte da montagem dos produtos é realizada na Zona Franca de Manaus (AM), aproveitando os incentivos fiscais da região, enquanto outros itens chegam finalizados da Índia e de Hong Kong.
O cliente é o artista
A empresa atende majoritariamente a um público feminino que adquire as peças para uso próprio, com tíquete médio aproximado em R$ 25 mil. Operando com uma equipe enxuta de três colaboradores e recursos próprios, o negócio direciona os resultados obtidos para o reinvestimento contínuo na expansão.
Para o futuro, o planejamento estratégico prevê o fortalecimento das vendas online, maiores investimentos em publicidade, a inauguração de uma loja física tradicional em shopping center e a ampliação das parcerias com fornecedores internacionais. Além disso, os sócios avaliam a entrada em outros mercados latino-americanos, incluindo operações de duty free no México e na Colômbia.
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