Termina hoje (14) o prazo para comprovar as informações da inscrição no Prouni. A obrigação é de quem foi pré-selecionado na segunda chamada do Programa Universidade para Todos, no processo seletivo do segundo semestre de 2026.

A entrega tem dois caminhos: presencialmente, no local de oferta do curso, ou pela internet, direto para a faculdade privada em que o estudante foi pré-selecionado. Cada instituição define o formato, e é a orientação dela que vale.

A relação de quem passou nesta fase está publicada na área do Prouni, dentro do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

Quais documentos entregar

O edital do processo seletivo traz a lista completa. Nesta etapa, entram as informações socioeconômicas do próprio estudante e também as de cada integrante do grupo familiar.

Quando a opção é o envio virtual, a faculdade precisa manter em suas páginas na internet um campo específico para receber o material. Ao ficar com a documentação, ela é obrigada a emitir um comprovante da entrega. Papéis complementares podem ser pedidos, se houver necessidade.

Lista de espera é a próxima chance

Ainda há porta aberta para quem não foi pré-selecionado em nenhuma das duas chamadas. Para disputar vaga pela lista de espera, a manifestação de interesse acontece em 26 e 27 de agosto.

O resultado dessa etapa sai em 1º de setembro. Já a comprovação das informações de quem for pré-selecionado vai de 1º a 14 de setembro.

Quantas bolsas estão em jogo

São 471.304 bolsas oferecidas pelo programa federal neste segundo semestre, espalhadas por 879 instituições privadas de ensino superior e 380 cursos de graduação. Do total, 219.725 são integrais, com a mensalidade custeada por inteiro, e 251.579 são parciais, que cobrem metade do valor.

As ações afirmativas têm reserva própria. São 188.880 bolsas para candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas e 35.365 para pessoas com deficiência. Sobram 247.059 para a ampla concorrência.

O Prouni atende o estudante brasileiro que ainda não tem diploma de curso superior. A seleção abre duas vezes por ano, com entrada no primeiro e no segundo semestres letivos, e a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) define a classificação. As regras estão no edital nº 51/2026, publicado pelo MEC.