A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) de Guarulhos completou no dia 18 de julho de 2026 o seu primeiro ano de funcionamento oficial no Paço Municipal. A pasta surgiu por meio da Lei 8.361, sancionada em 4 de julho de 2025, com a missão central de unificar setores que antes funcionavam de maneira fragmentada na administração municipal.

Estrutura unificada e novos departamentos

A nova configuração administrativa reuniu atribuições que antes ficavam espalhadas por diferentes órgãos da Prefeitura. Sob o guarda-chuva da SCTI, quatro departamentos passaram a operar de forma integrada: ciência, tecnologia e inovação; desenvolvimento de sistemas; modernização administrativa; além do suporte e help-desk. A mudança colocou a operação tecnológica diretamente no coração do governo local.

De acordo com o comando da pasta, a centralização serviu para destravar burocracias e dar mais velocidade aos trâmites internos. A proximidade física entre os especialistas no Paço Municipal também abriu espaço para um ambiente de maior troca técnica e criação de soluções.

Avanços no programa Smart Guarulhos e novos softwares

Durante estes primeiros doze meses de existência, a secretaria tocou frentes estratégicas, como o programa Smart Guarulhos, que desenha o futuro da cidade como um polo de inteligência urbana. A gestão também focou na criação de aplicativos próprios voltados tanto para o funcionamento interno do poder público quanto para o atendimento direto ao munícipe, utilizando recursos móveis e inteligência artificial.

Outro ponto em andamento é a modernização física do parque computacional, que atualmente tramita na fase de ata de registro de preços. No horizonte de eventos, o calendário aponta a realização da décima edição da Semana do Conhecimento para o mês de outubro de 2026, consolidando a tradição do evento na agenda tecnológica municipal.

Prestação de contas e perspectivas

Para os próximos meses, a pasta planeja lançar um balanço detalhado com a prestação de contas de todas as entregas realizadas neste ciclo inicial. A intenção é expor para a sociedade guarulhense e para os pesquisadores da região os resultados obtidos e os passos seguintes da transformação digital na cidade.