Estudantes que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio já podem organizar os estudos voltados para a redação da prova de 2026. Embora o tema oficial seja revelado apenas no dia do exame, marcado para o domingo, 8 de novembro, educadores e especialistas apontam assuntos contemporâneos que costumam servir de base para as propostas.
A estrutura da prova exige o modelo dissertativo-argumentativo, no qual o candidato deve defender um ponto de vista com argumentos consistentes e apresentar uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. As apostas não substituem orientações oficiais, mas ajudam a construir repertório sobre problemas sociais e tendências educacionais.
O que aconteceu
Diferentes análises reuniram eixos temáticos relevantes para a preparação dos candidatos. Entre os tópicos em destaque estão o avanço da inteligência artificial generativa e seus impactos na educação, além dos desafios para o uso responsável e a autonomia intelectual dos estudantes.
Outro ponto recorrente envolve as mudanças climáticas e as migrações decorrentes de eventos extremos no país, como enchentes e secas, que exigem debates sobre planejamento urbano e políticas públicas de adaptação.
A saúde mental e o esgotamento profissional também aparecem como eixos de atenção, relacionando condições de trabalho e a prevenção ao burnout. No ambiente digital, a proteção de crianças e adolescentes ganhou relevância após discussões legislativas sobre regras de segurança na internet.
Completam a lista de apostas a inclusão de pessoas com deficiência e o combate a barreiras sociais, a desinformação ligada à formação do pensamento crítico e a independência financeira da juventude diante da desigualdade social.
Como se preparar
Para construir um bom repertório, os estudantes devem acompanhar debates públicos, estudar legislações vigentes, analisar dados estatísticos e compreender o papel de instituições como a escola e as famílias na solução de problemas sociais no Brasil.






