O repasse do Bolsa Família referente ao mês de agosto tem início no dia 18 e se estende até o dia 31, com os depósitos organizados conforme o dígito final do Número de Identificação Social, conhecido como NIS. Como de praxe, a distribuição ocorre nos dez últimos dias úteis do período, seguindo uma escala específica para cada grupo cadastrado.

Datas dos depósitos em agosto

A liberação do dinheiro acontece de forma escalonada. Para quem possui o NIS final 1, o pagamento ocorre em 18 de agosto. O cronograma segue com os finais 2 em 19 de agosto, 3 em 20 de agosto, 4 em 21 de agosto e 5 em 24 de agosto. Na semana seguinte, recebem os portadores do NIS final 6 em 25 de agosto, final 7 em 26 de agosto, final 8 em 27 de agosto, final 9 em 28 de agosto, encerrando com o final 0 no dia 31 de agosto.

Após a liberação, os recursos ficam disponíveis na conta vinculada, podendo ser movimentados digitalmente pelo aplicativo Caixa Tem ou sacados presencialmente nas agências da Caixa Econômica Federal, casas lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui.

Quanto as famílias recebem

O valor base garantido pelo programa é de R$ 600 por núcleo familiar, mas a quantia final pode subir dependendo da composição da casa. O governo injeta valores complementares de R$ 150 para cada criança de até 6 anos, R$ 50 para bebês de até 6 meses, R$ 50 para crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos incompletos, além de R$ 50 para cada gestante registrada.

Obrigações e consultas

Para ter direito ao benefício, é obrigatório estar inscrito no Cadastro Único, respeitar o teto de renda estabelecido e manter os dados atualizados. Também é exigido cumprir as condicionalidades, como assegurar a frequência escolar dos menores de idade, manter a caderneta de vacinação em dia e realizar o pré-natal durante a gestação.

Para verificar a situação do benefício sem sair de casa, o cidadão pode utilizar o CPF nos aplicativos Bolsa Família, Caixa Tem e Cadastro Único. Os canais de atendimento telefônico disponíveis são o 111, da Caixa Econômica Federal, e o 121, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

O que fazer em caso de bloqueio

Caso ocorra a suspensão do auxílio, o motivo geralmente envolve desatualização no Cadastro Único, quebra de condicionalidades ou divergências nos dados informados. Ao notar o bloqueio, o responsável deve checar o motivo pelo aplicativo ou procurar o Centro de Referência de Assistência Social do município para regularizar a pendência. Após a entrega de documentos ou atualização, a nova análise governamental costuma demorar de 30 a 45 dias.