O Conselho Curador do FGTS bateu o martelo nesta quinta-feira (10) e aprovou um acréscimo de R$ 500 milhões nos subsídios destinados ao programa Minha Casa, Minha Vida para o ano de 2026. Com a mudança, o montante total injetado na iniciativa saltou de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões.
Mais fôlego para a habitação
A injeção extra de verbas é válida exclusivamente para o período e serve para dar sustentação aos financiamentos populares pelo país, cenário de interesse direto para quem busca sair do aluguel em municípios populosos como Guarulhos.
Margem de segurança
De acordo com as projeções oficiais apresentadas durante a sessão do conselho, o novo patamar financeiro assegura a estimativa de utilização de R$ 12,6 bilhões em subsídios, além de abrir uma folga estratégica no orçamento para eventuais remanejamentos de recursos ao longo dos meses.
O coordenador-geral de Gestão do FGTS do Ministério das Cidades, Johnny Ferreira dos Santos, destacou a importância de manter uma folga mínima para evitar falta de recursos.
Prevenção a gargalos
A manobra contábil serve justamente para blindar a execução do programa contra imprevistos de demanda, garantindo que o fluxo de atendimento não sofra paralisações por falta de caixa na ponta final.







