A coleta de informações operacionais nos coletivos tornou-se uma ferramenta central para otimizar a mobilidade nas cidades, permitindo ajustes mais precisos nas linhas e horários diante de um cenário de transformação na utilização do transporte coletivo pelos cidadãos.
O que aconteceu
O avanço de tecnologias ligadas à inteligência artificial ampliou a capacidade de processamento das informações geradas rotineiramente pelos sistemas de transporte. Esse monitoramento constante ganha relevância em um contexto de retração na quantidade de passageiros.
Dados divulgados pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos mostram que a movimentação de usuários registrou uma baixa de 3,7% no decorrer de 2025. O patamar atual permanece 22,5% inferior ao volume registrado no ano de 2019, exigindo maior eficiência operacional das empresas e gestores do setor para readequar a oferta de viagens à realidade financeira e de tempo dos deslocamentos urbanos.






