Condutores que consomem determinados remédios e decidem dirigir podem enfrentar riscos severos à segurança viária. A situação se torna ainda mais grave com a circulação de produtos falsificados no mercado, que elevam significativamente as chances de acidentes nas vias.
O que aconteceu
O uso de fármacos comuns do dia a dia, muitas vezes considerados inofensivos por quem os consome, tem o potencial de alterar reflexos, causar sonolência e prejudicar a capacidade de concentração necessária para conduzir veículos automotores. Quando a isso se soma a presença de medicamentos adulterados ou falsificados — que possuem dosagens desconhecidas, substâncias nocivas ou ausência de princípio ativo —, o perigo para o motorista e para os pedestres é amplificado, tornando a direção uma atividade de alto risco.






