O partido Democrata oficializou a candidatura de Wilson Grassi Júnior à Presidência da República. A definição saiu em convenção realizada no Rio de Janeiro, em 2 de julho de 2026, e marcou a entrada da legenda na disputa pelo Palácio do Planalto. A vaga de vice-presidente ficou em aberto, o que deixa espaço para futuras coligações.
O candidato nasceu em São Paulo e é formado em medicina veterinária. Ele atuou como conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP) e participou da implantação e da gestão do primeiro hospital público para cães e gatos do país, instalado no bairro do Tatuapé, na zona leste da capital paulista.
O currículo aponta para um perfil ligado a causas sociais e ao bem-estar animal, temas que ganharam espaço no debate público. A candidatura pode buscar eco no eleitorado que valoriza políticas de saúde pública e de amparo animal em grandes centros urbanos, caso de Guarulhos e das demais cidades da região metropolitana.
Primeira disputa presidencial da legenda
É a estreia do partido em uma eleição presidencial. Fundado em 2008, o Democrata nunca havia lançado nome próprio para o cargo. A sigla também passou por mudança recente de identidade: até dezembro de 2025, chamava-se Partido da Mulher Brasileira (PMB).
A reestruturação, somada à decisão de apresentar candidato próprio, sinaliza uma nova fase. O movimento pode consolidar a imagem da legenda e ampliar sua base de apoio nas eleições gerais de 2026.
Quem já definiu candidato
O calendário de convenções nacionais segue movimentado. O Partido dos Trabalhadores (PT) já oficializou Luiz Inácio Lula da Silva. O PRTB lançou Leonardo Avalanche, e o Novo confirmou Romeu Zema.
Para os próximos dias estão previstas as oficializações do União Brasil, em 4 de agosto de 2026, e do PRD e do Solidariedade, em 5 de agosto de 2026. Avante, Cidadania, Podemos, PP, PSDB, PSOL, Rede e Republicanos ainda não divulgaram as datas de suas convenções nacionais.







