Moradores que ainda não realizaram o cadastro biométrico ou que encontrarem falhas no reconhecimento digital durante o pleito poderão participar do segundo turno das eleições utilizando apenas um documento oficial com foto. A medida garante que nenhum cidadão seja impedido de exercer o voto por questões técnicas ou pendências no registro digital.
O que aconteceu
De acordo com informações divulgadas pela Justiça Eleitoral, a coleta da biometria foi encerrada oficialmente em 6 de maio, data em que o cadastro eleitoral foi fechado. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que aproximadamente 10,99% do eleitorado em todo o país ainda não possuem a biometria cadastrada no sistema.
As seções eleitorais brasileiras contam com leitores biométricos acoplados às urnas eletrônicas. Para os cidadãos que já têm a digital cadastrada, a identificação ocorre por meio da leitura da impressão digital antes da liberação do equipamento de votação.
O sistema utilizado nas urnas permite até quatro tentativas consecutivas de validação da digital. Caso o equipamento não confirme a identidade do eleitor após essas tentativas, o mesário responsável pela seção solicitará a data de nascimento do cidadão para confirmar os dados e liberar o voto com segurança.
Como se proteger
Para garantir a participação no segundo turno sem transtornos, o eleitor deve comparecer à sua seção eleitoral portando um documento oficial com foto válido. São aceitos documentos como a Carteira de Identidade Nacional (CIN), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte, identidade funcional ou carteira de trabalho. A apresentação do documento é obrigatória para todos os casos em que a leitura digital não seja realizada com sucesso.






