Organizações voltadas à defesa dos direitos do consumidor emitiram um posicionamento oficial nesta sexta-feira, dia 30, para reclamar da ausência de assentos reservados a esse setor nas discussões do Supremo Tribunal Federal sobre a proibição das apostas virtuais conhecidas como bets.

O que aconteceu

A manifestação conjunta foi disparada após a constatação de que a sociedade civil e os compradores de serviços não tiveram espaço garantido nos debates conduzidos pela Suprema Corte a respeito da regulamentação e do impacto financeiro e social dessas plataformas no país.

As entidades argumentam que o impacto do mercado de apostas recresce diretamente sobre o orçamento das famílias, tornando imprescindível a oitiva de especialistas que atuam na proteção econômica do cidadão, especialmente diante do risco de endividamento generalizado.