o setor de viagens corporativas vive um momento de convergência entre as agências tradicionais de gestão, conhecidas como TMCs, e as plataformas tecnológicas especializadas, as chamadas travel techs. enquanto as empresas tradicionais ampliam investimentos em automação e análise de dados, as ferramentas digitais expandem suas frentes de atendimento para suprir demandas antes restritas aos modelos convencionais. a mudança acompanha novas exigências do mercado corporativo por eficiência e controle de despesas.
o que aconteceu
dados de um levantamento da global business travel association indicam que noventa e dois por cento dos compradores corporativos buscam recursos de análise preditiva para projeção de gastos. além disso, oitenta e nove por cento demonstram interesse em automação voltada à gestão de imprevistos e remarcações. por outro lado, cinquenta e oito por cento relatam que a inteligência artificial teve impacto limitado em suas rotinas até o momento, sinalizando margem para o desenvolvimento de soluções mais efetivas.
especialistas do setor apontam que a tendência é de unificação de modelos, combinando ferramentas digitais com suporte especializado. a necessidade de tecnologia não elimina o fator humano, especialmente em situações de emergência, cancelamentos ou alterações complexas de itinerário. pesquisa apresentada na convenção da entidade em dois mil e vinte e seis apontou que mais da metade dos gestores considera o suporte humano contínuo o fator mais relevante para a segurança do viajante.
como se proteger e otimizar processos
para as empresas que lidam com deslocamentos corporativos, a recomendação de especialistas é buscar soluções que integrem autonomia digital e suporte humanizado. a união de plataformas automatizadas para emissões e relatórios com equipes de atendimento preparadas para emergências garante maior previsibilidade de custos e proteção aos colaboradores durante as viagens de negócios.






