Moradores de Guarulhos e jovens de todo o país que integram a chamada Geração Z encaram o emprego como o principal indicador de maturidade e independência, mas essa relação também traz forte carga de preocupação e apreensão com o futuro profissional.
O que aconteceu
Um levantamento realizado pelo Observatório de Novas Gerações, vinculado à Trope-se, revelou que os jovens dessa faixa etária medem a transição para a vida adulta principalmente pela autonomia financeira proporcionada pelo trabalho. No entanto, o ambiente corporativo e a busca por colocação profissional têm se tornado fontes recorrentes de instabilidade emocional e insegurança para esse público.
A pesquisa destaca como a pressão por estabilidade em um cenário econômico desafiador impacta a rotina de quem está ingressando ou se firmando no mercado de trabalho atualmente, exigindo atenção para a saúde mental dos trabalhadores mais jovens.






